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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Orkut e as banalidades ao seu redor

"A Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra o Google, citando que a rede social Orkut, a mais popular no Brasil, “teria se tornado palco de condutas ilícitas e criminosas". A ação, que afirma que dentre os delitos estão “crimes contra a honra, apologia ao crime, pedofilia, falsa identidade, dentre outros”, pode resultar, em caso extremo, no fechamento do Orkut no país." 
(Fonte G1


Como o texto acima diz, o Orkut (provavelmente) poderá ser retirado do país. De fato, que essa famosa rede social de relacionamento (que está mais pra pandemônio) é o principal meio de divulgar violência, falsas identidades e outras mazelas devido a inclusão digital (maldita seja ela!) que prosperou fantásticamente nestes últimos anos; mas paremos pra pensar meus caros: vocês não acham muita tolice de tais autoridades se preocuparem mais com uma mera pagina da internet de que com a violência que está espalhada por todo o país, de que se preocuparem com o crime organizado (que está bem mais organizado de que a própria policia), de que com os hospitais que não tem nem sequer leitos para os seus pacientes, de que com as instalações pecarias das escolas publicas, de que com a péssima infra-estrutura de nossas rodovias e demais outros pavimentos? 
Pois bem, eu acho (ou melhor) tenho certeza de que essa tal atitude da Procuradoria Geral do Rio de Janeiro é a coisa mais tola que já vi em minha vida. 
Antes que joguem calunias de que estou defendendo o orkut ou algo do tipo eu vos digo que não, pois até seria bom que o orkut acabasse, pois só assim eu pararia de ver coisas ridículas como essas: 


Enfim, em vez do governo desesperadamente fechar as redes sociais, é mais adequado e certo que eles eduquem a população (pois o mal uso reflete a ignorância do povo) para usar tal tecnologia de forma correta e adequada as leis existentes hoje. 

1 reclamações:

Anne Plötzlich disse...

Terrivel, essa merda já deveria ter sido proibida.

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