segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Das páginas dos livros para as telas do cinema
Antes de mais nada, eu admito: eu gosto de filmes derivados de livros, tanto que assisto eles no cinema e tudo!!
Mas se caso alguma vez vocês já tiveram a experiência de assistir à um filme baseado no livro, e depois numa tentativa de "ser intelectual" ou algo do tipo, começa a ler o livro; percebesse que ao decorrer da leitura, os personagens passam a possuir o rosto dos atores que contracenaram no filme. Um exemplo recente disso que me ocorreu foi durante a leitura do livro "Entrevista com o vampiro", notei que vi em Lestat o rosto do Tom Cruise; no rosto de Louis vi o rosto de Brad Pitt; e no de Cláudia o rostinho da Kirsten Dunst, que anos mais tarde torna-se o rosto da namorada do Homem-Aranha, Mary Jane Watson.
Sem falar é claro dos spoilers (informações importantíssimas da trama), o que desmotiva cada vez mais o telespectador passar a ser leitor, porque afinal: para que passar horas e horas lendo se eu sei que Lestat sobrevive, Louis vive sozinho, e Cláudia morre? Resposta: Porque sempre existe diferenças entre o filme e o livro, ou você acha que todos os filmes "Happy Potter" são fielmente iguais aos livros? Pelo pouco que eu ouvi falar dos fãs tenha certeza que não.
Enfim, resumido: É maravilhoso ver o livro que você tanto gosta ganhar as telonas e vida, mas querendo ou não, quando isso acontece, o livro perde o seu encanto, e as asas da imaginação são amputadas pelo poder do mercado cinematográfico.
Então meus queridos, antes de sentar na poltrona do cinema, ou da sala de TV pra assistir Sherlock Holmes, Crepúsculo, ou Happy Potter; leia o livro! Sua diversão vai duplicar ao mesmo tempo que você desenvolve e aumenta o seu vocabulário, coisa que os cidadãos deste infeliz país estão precisando.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Hipocrisia feminina
Bem para alguns e principalmente algumas, isso pode parecer com um conselho ou algo do tipo, mas para mim não passa da mais pura reclamação. Parem e reparem senhoras e senhores sobre o fato mais certo que dois mais dois é igual a quatro: toda mulher (com exceção de algumas, pois numa maioria sempre existe uma minoria), é na teoria e na prática totalmente falsa! Não amigo leitor, não estou louca ou revoltada com o sexo feminino, porque afinal pertenço a esta "raça", e quem pode conhecer melhor uma pessoa do que ela própria? Prosseguindo o meu raciocínio, nós mulheres somos constituídas da mais pura falsidade, pra começar, em nossa anatomia, possuímos um pseudo(pseudo = falso) pênis, no qual o dito cujo tem o nome de clítoris e algumas garotas só sentem prazer nele (se não souber o que é clítoris e muito menos pênis pegue um dicionário, ou pergunte aos seus pais; porque eu vou ser professora de literatura, e não de educação sexual!).
Resumindo: Em nosso próprio corpo, já é possível encontrar indícios de nossa falsidade-disso eu não reclamo muito, porque Deus sabe o que faz!- Porém tal teoria faz com que mais uma falsidade seja posta à tona: o do "prazer fingido", o qual a mulher simula orgasmos para não decepcionar o seu parceiro. Sobre isso- sem trocadilhos!- eu não meto o dedo, mas acho a mais pura tolice algumas mulheres fazerem esse tipo de coisa, pois a decepção é ainda maior descobrir que tudo era de "mentirinha" (independente do assunto ser sexo ou não). Assim como é triste ver uma garota que descobre que é feia, ao contrario do que sua mãe dizia; e de que é gorda e que o cara que ela gosta é um puto de um galinha e tá pouco se fudendo pra ela, ao contrario do que suas amigas diziam.
Enfim, garotas: Deixem de ser falsas! Porque afinal de contas "mentira tem perna curta!".
Resumindo: Em nosso próprio corpo, já é possível encontrar indícios de nossa falsidade-disso eu não reclamo muito, porque Deus sabe o que faz!- Porém tal teoria faz com que mais uma falsidade seja posta à tona: o do "prazer fingido", o qual a mulher simula orgasmos para não decepcionar o seu parceiro. Sobre isso- sem trocadilhos!- eu não meto o dedo, mas acho a mais pura tolice algumas mulheres fazerem esse tipo de coisa, pois a decepção é ainda maior descobrir que tudo era de "mentirinha" (independente do assunto ser sexo ou não). Assim como é triste ver uma garota que descobre que é feia, ao contrario do que sua mãe dizia; e de que é gorda e que o cara que ela gosta é um puto de um galinha e tá pouco se fudendo pra ela, ao contrario do que suas amigas diziam.
Enfim, garotas: Deixem de ser falsas! Porque afinal de contas "mentira tem perna curta!".
Os vilões sempre vencem!
Me intrigo toda vez que assisto algum filme no qual o mocinho, depois de sofrer mais que "Judas em Sábado de Aleluia", vence triufantemente o vilão que recebe uma bela punição. Antes que me acuse de algum preconceito, eu digo:" Sim, eu gosto de mocinhos, e até gosto que eles vençam no final e fiquem com a mocinha e tudo!", no entanto, por mais belas que sejam essas histórias, e por mais feliz que seja saber que é "se fudendo que se vence", sabemos caros amigos, que isso tudo não passa de "conversa pra boi dormir". Pare e observe por exemplo a nossa política: Você já parou pra contar quantos políticos não se envolvem em nada ilícito e são reeleitos em demais anos? (E nem me venha dizer que "todo político é corrupto"!, porque dentre a maioria sempre existe uma minoria, que por má sorte nunca vence!).
Pois é colegas! É dura a realidade: só os que sabem trapacear são os que geralmente se dão bem!
Acho que se todos entendessem que não é passando na perna no outro que se vai conseguir alguma coisa, o mundo seria um pouco melhor; mas como sei que a vida não é um filme com final feliz, e o mundo é bem mais cruel do que parece, então pretendo não ter filhos e nem ser a Mulher Maravilha!
Pois é colegas! É dura a realidade: só os que sabem trapacear são os que geralmente se dão bem!
Acho que se todos entendessem que não é passando na perna no outro que se vai conseguir alguma coisa, o mundo seria um pouco melhor; mas como sei que a vida não é um filme com final feliz, e o mundo é bem mais cruel do que parece, então pretendo não ter filhos e nem ser a Mulher Maravilha!
Reclamando de
Absurdos do mundo,
Política e governantes
domingo, 10 de janeiro de 2010
Para que você precisa de um pedaço de tecido pintado?
Li quase agora pouco um comentário sobre esse assunto... afinal que raios serve a arte?
Exemplo: O sorriso enigmático da Mona Lisa encanta à todos que a observam - e detalhe: os padrões de beleza dela são extremamente diferentes dos dias de hoje!- mas... e daí? Por acaso a obra foi leiloada e seu dinheiro foi arrecadado para ajudar alguma instituição de caridade? Ou para diminuir os efeitos do aquecimento global? Ou então, sensibilizados com o belo sorriso da musa de Da Vinci, os ditadores da moda se conscientizaram que coisas magricelas andando pra lá e pra cá na passarela não tá com nada? Com certeza que não... mas o que mais me revolta é o fato de como pode-se gastar milhões e mais milhões com isso? Enfim, podem me chamar de leiga ou até mesmo de ignorante, mas eu não vejo outra utilidade num pedaço de tecido emoldurado pendurado na parede além do mais puro enfeite e utensílio para leilões e museus! ( Desculpe Michelângelo e Picasso, mas vocês sabem que é verdade!).
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Exclusão cultural
Não sei se vocês já repararam o quanto é caro querer ter um nível intelectual maior, de como é caro querer obter inteligência, ou até mesmo se entreter num bom livro em vez de perder tempo com uma porcaria de televisão que (geralmente) não tem nada de interessante.
O mais ironico disso tudo é que, paralelamente, os preços de aparelhos eletrônicos, e até mesmo da maldita televisão diminuem a cada dia. Daí somos obrigados à abrir mão do conhecimento e ficarmos no dilema do "mito da caverna", presos na escuridão da ignorância.
Então pergunto a todos: qual a vantagem e quem pode se dar bem nisso?
Resposta: As camadas mais superiores dessa hipócrita sociedade capitalista, que se aproveitam dos que são menos dotados de nível intelectual; porque afinal quem não conhece os seus direitos, com certeza, não ira cobra-los.
E no meio disso tudo, me pergunto: se o governo federal "faz de tudo" em prol do bem da educação nacional, porque então não toma atitudes para alterar esse quadro? Porque não exige das editoras e dos autores preços menos abusivos?
É nessas horas que eu acho que o slogan de "Brasil: um país de todos" deveria mudar para "Brasil: um país de muito poucos" .


